E ela o olhava nos olhos, com seus olhinhos de gato manhoso implorando por cuidado, implorando por carinho, ele virava o rosto, resmungava e nem dizer que a amava dizia, mas seu coração gritava o contrário, seu coração gritava o nome dela, gritava alto e quando ela não estava, ele se contorcia e se contraia lentamente ate lacrimejar, e mesmo assim ele não dizia, o orgulho era maior que seu amor, não dava o braço a torcer pobre sofredor, mal sabes que quando o orgulho entra pela porta, pela janela foge o amor.

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indiretas:

“preciso de um favor” “e agora eu existo?”


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Garota complicada essa hein, ninguém a definia. As vezes tão menina, outras vezes tão mulher. Madura o suficiente para falar, e imatura a ponto de não querer ouvir. Agia como adulto, mas chorava feito criança. Se enchia de esperanças e se debruçava em seus sonhos, mas tinha lá suas decepções. Gigante por dentro e tão pequenina por fora. Mente de uma mulher de 30, coração de uma adolescente de 15 e sensibilidade de uma criança de 5. Eita garota maluca, mas ela até que gostava de ser assim.”
Thiara Macedo (sdpm)

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Minha infância: ( ) IPad ( ) celular ( X ) 1 ,2, 3 E JÁÁÁÁÁÁÁÁÁCARÉ, OPA OPA NÃO FALEI JÁ, PODEM VOLTANDO!


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“É brincadeira, mas é sério.” Sou desses.


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